Meias e Gravatas

15/12/2008

Deixei de usar meias definitivamente em 1995, desde então tenho economizado tempo e dinheiro, não preciso mais procurar dois pares iguais, lava-las ou compra-las.

Dentro dos meus tenis tem uma inhaca preta,  quando seca, consigo tira-la raspando, é até divertido, mas as vezes está tão grossa que tenho que botar a palmilha de molho.

De 2005 pra cá comecei o processo de abandono das cuecas, só tenho umas quatro, guardadas para dias especiais.

Nunca fiz a barba com creme de barbear. Reza a lenda que Einstein se barbeava com sabão, devo dizer que já superei o físico alemão. Me barbeio uma vez por mês com máquina zero, passando lâmina só de três em três meses.

Gravata só tenho uma, usei no casamento de uma prima e possívelmente só volto a usa-la em meu enterro. Calça é outro bagulho que detesto, com o calor fudido do Rio, só ando de bermuda.

A minha meta é que até 2015 eu esteja andando só de camiseta, igual ao Pato Donald.


Confraria do Ódio

15/12/2008

“Essa porra vai ser um bagulho de 1000 dias.”

Coronel Ódio

Existe coisa mais legal que grupo um terrorista fantasiado? Desde que a realidade criou os nazista a ficção tem se esforçado criar algo tão maligno quanto.

O ódio é um sentimento muito especial. É fácil para qualquer um simular o amor, mas para fingir o ódio, especialmente por longo tempo, é preciso muito talento. Imaginem se houvesse um grupo que pregasse o ódio puro e verdadeiro, sem máscaras, sem desculpas ou maquiagens.

Pensando nisso, durante uma tarde inspirada, nasceu nos mesmos moldes de outros grupos odientos do universo nerd, como os Cobras e HYDRA, a minha Confraria do Ódio.

assassino ninja, infantaria, SCUBA, astronauta

franco-atirador, homem-bomba, lança-chamas e lança-misseis

Ódio VS Hydra

Bandeira de nosso patrão